Ninite
2010 será, definitivamente, o ano em que grande parte dos usuários de PC migrarão para o Windows 7. E por mais que isso represente uma evolução no mundo digital, representa também um trabalho chatinho e, às vezes, demorado. Afinal, será necessário que você reinstale todos os softwares e drivers, reconfigure todos os seus programas... e isso não é feito da noite para o dia. Mas existem alguns aplicativos que facilitam – e muito - esse processo.
Fonte:Olha Digtal
2010 será, definitivamente, o ano em que grande parte dos usuários de PC migrarão para o Windows 7. E por mais que isso represente uma evolução no mundo digital, representa também um trabalho chatinho e, às vezes, demorado. Afinal, será necessário que você reinstale todos os softwares e drivers, reconfigure todos os seus programas... e isso não é feito da noite para o dia. Mas existem alguns aplicativos que facilitam – e muito - esse processo.
O primeiro é este software aqui. Com ele, você consegue baixar, de uma só vez, todos os programas gratuitos e open source que tem em sua máquina: Firefox, iTunes, Skype... é só selecionar todos os que você quiser. Assim, você não precisa entrar em site por site e buscar os links para download.
Outra coisa chata ao mudar de micro tem a ver com os favoritos de seu browser. O XMarks sincroniza todos os bookmarks do internauta, não importa em qual computador estejam e nem em que sistema operacional está sendo utilizado. Com ele, você também consegue sincronizar senhas de acesso e, como todas elas ficam hospedadas no servidor da empresa, você não corre o risco de esquecê-las.
Outra coisa chata ao mudar de micro tem a ver com os favoritos de seu browser. O XMarks sincroniza todos os bookmarks do internauta, não importa em qual computador estejam e nem em que sistema operacional está sendo utilizado. Com ele, você também consegue sincronizar senhas de acesso e, como todas elas ficam hospedadas no servidor da empresa, você não corre o risco de esquecê-las.
Este outro programa, o Systerac Tools for Windows 7, traz um pacote com 16 ferramentas para que você melhore o desempenho e a aparência do seu sistema, otimize a memória, limpe o disco rígido, cubra seus rastros na rede, entre várias outras aplicações.
Mas antes de fazer o upgrade para o Windows 7, descubra se a sua máquina comporta o novo sistema operacional. O Windows 7 Upgrade Advisor faz uma varredura do seu micro e verifica se ele está apto a receber a nova versão.
A Internet vai mudar – e muito – nos próximos anos. Além de seu crescimento inevitável e exponencial, uma série de novas regras deverão fazer parte da sua vida online. Uma delas já foi anunciada, e diz respeito ao uso de caracteres não-arábicos. Endereços na internet já podem conter, por exemplo, o “cê cedilha”; os japoneses e chineses já podem usar os ideogramas, assim como árabes, russos e gregos podem usar o próprio alfabeto.
“A gente vai adaptar a tecnologia, temos várias coisas que podem ser feitas para acessar a todos os sites. Mas tem que se lembra que as mudanças vão beneficiar os grupos lingüísticos locais, e o restante tem suas formas de mudar e se adaptar”
Uma outra mudança, que já está em estudo, diz respeito à estrutura dos domínios. Hoje, os endereços têm algumas limitações no chamado primeiro nível, ou seja: aquilo que vem depois do nome da marca. Os endereços no Brasil, por exemplo, têm o “ponto BR” seguido de algumas variações, por exemplo: “ponto com” para empresas, ou “ponto art” para caracterizar sites relacionados à arte, ou “ponto gov” para páginas do governo. Em breve, esse “ponto alguma coisa” poderá ser, realmente, qualquer coisa! O Olhar Digital, por exemplo, poderá registrar o “ponto olhardigital”, ou “ponto tecnologia”, e explorar este primeiro nível da forma que quiser. A gente poderia, por exemplo, disponibilizar domínios para nossos telespectadores: www.seunome.olhardigital. Legal, né?
Fonte:Olhar Digital
“A gente vai adaptar a tecnologia, temos várias coisas que podem ser feitas para acessar a todos os sites. Mas tem que se lembra que as mudanças vão beneficiar os grupos lingüísticos locais, e o restante tem suas formas de mudar e se adaptar”
Uma outra mudança, que já está em estudo, diz respeito à estrutura dos domínios. Hoje, os endereços têm algumas limitações no chamado primeiro nível, ou seja: aquilo que vem depois do nome da marca. Os endereços no Brasil, por exemplo, têm o “ponto BR” seguido de algumas variações, por exemplo: “ponto com” para empresas, ou “ponto art” para caracterizar sites relacionados à arte, ou “ponto gov” para páginas do governo. Em breve, esse “ponto alguma coisa” poderá ser, realmente, qualquer coisa! O Olhar Digital, por exemplo, poderá registrar o “ponto olhardigital”, ou “ponto tecnologia”, e explorar este primeiro nível da forma que quiser. A gente poderia, por exemplo, disponibilizar domínios para nossos telespectadores: www.seunome.olhardigital. Legal, né?
Fonte:Olhar Digital
Windows 7: entenda as diferenças entre as versões
Olhar Digital testou o Windows 7 RC
Win 7, o melhor de todos os Windows
Tecla Windows. Ela nunca foi tão útil quanto nessa nova versão do sistema operacional. Nas versões anteriores, algumas combinações já eram possíveis, mas agora, ela ganhou outras funções que facilitam o manuseio e fazem com que o usuário ganhe tempo. Quer ver?
Experimente a combinação Windows + seta para a direita. A janela que estava em primeiro plano vai, automaticamente, para a metade direita da tela. Selecione outra janela e, dessa vez, aperte Windows + seta para a esquerda. Veja só. A tela ficou dividida ao meio, com cada janela para um lado. Isso é ideal para quem gosta de utilizar duas aplicações ao mesmo tempo. A combinação Windows + seta pra cima maximiza a janela, e Windows + seta pra baixo minimiza o que estava em primeiro plano.
Se o botão Windows for apertado junto com a tecla de espaço, todas as janelas somem da tela e a área de trabalho é mostrada. Isso é muito útil caso você queira ver algo que esteja no desktop, sem precisar minimizar uma por uma. O mesmo efeito pode ser conseguido ao repousar o mouse aqui, no cantinho direito. Agora, experimente clicar em alguma janela e chacoalhar o mouse. Olha só. Tudo é minimizado, menos o programa selecionado. Legal, né? Isso também pode ser feito via teclado, apertando simultaneamente os botões Windows e Home.
Agora, com o Windows 7, cada item na barra de tarefas é associado a um número. O mais perto do botão iniciar é o 1. O item logo em seguida é o 2, e assim sucessivamente. Se você apertar a tecla Windows + algum número, aquele programa vai para o primeiro plano. Já a combinação Windows + Shift + algum número vai executar uma nova janela daquela aplicação. Windows + T e você percorre pelos itens da barra de tarefas. E se você tem problemas com letras pequenininhas, experimente Windows e a tecla +. O zoom digital aproxima a região onde o mouse estiver repousado. Para voltar ao zoom original, é só apertar Windows e a tecla -.
Veja logo abaixo uma lista com outras dicas de como utilizar a tecla Windows:
Olhar Digital testou o Windows 7 RC
Win 7, o melhor de todos os Windows
Tecla Windows. Ela nunca foi tão útil quanto nessa nova versão do sistema operacional. Nas versões anteriores, algumas combinações já eram possíveis, mas agora, ela ganhou outras funções que facilitam o manuseio e fazem com que o usuário ganhe tempo. Quer ver?
Experimente a combinação Windows + seta para a direita. A janela que estava em primeiro plano vai, automaticamente, para a metade direita da tela. Selecione outra janela e, dessa vez, aperte Windows + seta para a esquerda. Veja só. A tela ficou dividida ao meio, com cada janela para um lado. Isso é ideal para quem gosta de utilizar duas aplicações ao mesmo tempo. A combinação Windows + seta pra cima maximiza a janela, e Windows + seta pra baixo minimiza o que estava em primeiro plano.
Se o botão Windows for apertado junto com a tecla de espaço, todas as janelas somem da tela e a área de trabalho é mostrada. Isso é muito útil caso você queira ver algo que esteja no desktop, sem precisar minimizar uma por uma. O mesmo efeito pode ser conseguido ao repousar o mouse aqui, no cantinho direito. Agora, experimente clicar em alguma janela e chacoalhar o mouse. Olha só. Tudo é minimizado, menos o programa selecionado. Legal, né? Isso também pode ser feito via teclado, apertando simultaneamente os botões Windows e Home.
Agora, com o Windows 7, cada item na barra de tarefas é associado a um número. O mais perto do botão iniciar é o 1. O item logo em seguida é o 2, e assim sucessivamente. Se você apertar a tecla Windows + algum número, aquele programa vai para o primeiro plano. Já a combinação Windows + Shift + algum número vai executar uma nova janela daquela aplicação. Windows + T e você percorre pelos itens da barra de tarefas. E se você tem problemas com letras pequenininhas, experimente Windows e a tecla +. O zoom digital aproxima a região onde o mouse estiver repousado. Para voltar ao zoom original, é só apertar Windows e a tecla -.
Veja logo abaixo uma lista com outras dicas de como utilizar a tecla Windows:
- Win+Home: Deixa aberta apenas a janela ativa
- Win+Space: Todas as janelas ficam transparentes, e o usuário consegue enxergar o desktop
- Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual
- Shift+Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual na posição vertical
- Win+Seta para baixo: Minimiza a janela / volta ao tamanho original se maximizada
- Win+seta esquerda / direita: leva a janela para cada metade da tela
- Shift+Win+seta direita / esquerda: Leva a janela para o monitor da direita ou da esquerda (em caso de monitor duplo)
- Arrastar a janela para o topo: maximiza
- Arrastar a janela para a esquerda ou direita: faz com que ela ocupe metade direita / esquerda da tela
- Chacoalhar a janela com o mouse: minimiza tudo, menos a janela selecionada
- No Windows 7, se você usar a tecla Windows com algum número, é possível interagir com as aplicações da taskbar. Por ex: Win + 4 vai abrir o 4. programa, contado da esquerda para a direita. Windows + Alt + 4 mostra o jumplist do mesmo aplicativo.
- Shift+Win+número (1-9): Abre uma nova janela daquele aplicativo
- Ctrl+Win+número (1-9): Alterna entre as janelas já abertas daquele aplicativo
- Alt+Win+número (1-9): Abre a jumplist daquele aplicativo
- Win+T: Passeia pelos ítens da taskbar
- Win+B: mostra os aplicativos da direita da taskbar
- Ctrl+Shift+N: Cria uma nova pasta no Windows Explorer
- Alt+Up: Sobe um nível de pastas no Windows Explorer
- Win+(+/-): Zoom in/out
- Win+G: Alterna entre os gadgets da sua tela
www.nomedosite.com.br. Você já está acostumado com essa nomenclatura na rede. Mas o que você talvez não saiba é que para cada nome de site, existe um número correspondente. Todo endereço, em letras, tem um irmão numérico. E cada computador, inclusive o da sua casa, tem um número único a partir do momento em que ele se conecta à internet. É o tal do IP. O sistema que gerencia tudo isso é chamado IPV4. São nove dígitos que, combinados, conseguem suportar cerca de 4 bilhões de endereços.
Pablo Hinojosa,manager da Icann na América Latina, explica "Os endereços de internet tem uma função que se chama “unicidade” e que é uma única direção para não se chegar a um lugar errado. Cada computador tem um número assimilável na rede e esse número tem que ser único. Esse sistema de direção assimila o número na forma de blocos, primeiro regionalmente, depois a grandes operadoras e depois aos usuários.
Mas com o crescimento exponencial da internet, esses números IPV4 estão chegando ao fim. A expectativa é de que já não exista mais disponibilidade a partir de julho de 2011. Então para que a internet continue crescendo e se desenvolvendo, foi necessário criar um outro sistema de numeração. Daí surgiu o IPV6, que comporta muito mais computadores, servidores e endereços web. Ao invés dos 4 bilhões de números, ele agora comporta uma quantidade que nem nós sabemos falar: são 3,4x10 elevado à 38ª. Potencia, ou seja: 34 seguido de 37 zeros!
O tamanho atual das direções de IPV4, imagine que cabe em um IPod ou em um telefone celular. Já a comparação do tamanho das direções do IPV6, seria como do tamanho do planeta Terra. Então, são com essas diferenças de tamanhos que estamos lidando e o IPV6 nós dará a direção por muitos anos mais.
Pense que, em breve, até mesmo a sua geladeira e o seu microondas estarão conectados à rede e cada um deles também terá o seu número IP. Nesta nova realidade, a ampla disponibilidade de endereços se torna imprescindível. Todos os novos sistemas operacionais já comportam este padrão. Apesar de ser algo invisível aos olhos dos leigos, é bom você saber que, existem uma série de processos complexos por trás de uma interface amigável.
Fonte: Olhar Digital
Pablo Hinojosa,manager da Icann na América Latina, explica "Os endereços de internet tem uma função que se chama “unicidade” e que é uma única direção para não se chegar a um lugar errado. Cada computador tem um número assimilável na rede e esse número tem que ser único. Esse sistema de direção assimila o número na forma de blocos, primeiro regionalmente, depois a grandes operadoras e depois aos usuários.
Mas com o crescimento exponencial da internet, esses números IPV4 estão chegando ao fim. A expectativa é de que já não exista mais disponibilidade a partir de julho de 2011. Então para que a internet continue crescendo e se desenvolvendo, foi necessário criar um outro sistema de numeração. Daí surgiu o IPV6, que comporta muito mais computadores, servidores e endereços web. Ao invés dos 4 bilhões de números, ele agora comporta uma quantidade que nem nós sabemos falar: são 3,4x10 elevado à 38ª. Potencia, ou seja: 34 seguido de 37 zeros!
O tamanho atual das direções de IPV4, imagine que cabe em um IPod ou em um telefone celular. Já a comparação do tamanho das direções do IPV6, seria como do tamanho do planeta Terra. Então, são com essas diferenças de tamanhos que estamos lidando e o IPV6 nós dará a direção por muitos anos mais.
Pense que, em breve, até mesmo a sua geladeira e o seu microondas estarão conectados à rede e cada um deles também terá o seu número IP. Nesta nova realidade, a ampla disponibilidade de endereços se torna imprescindível. Todos os novos sistemas operacionais já comportam este padrão. Apesar de ser algo invisível aos olhos dos leigos, é bom você saber que, existem uma série de processos complexos por trás de uma interface amigável.
Fonte: Olhar Digital